quarta-feira, 16 de novembro de 2011

O corcunda de Notre Dame, direção Tetê Narhas, maquiagem Estevão Andrantos.



Tetê Nahas apresenta 'O Corcunda de NotreDame' no Teatro Tobias Barreto


Esta é uma história emocionante que fala e amizade, amor, respeito, preconceito e nos mostra que o ser humano é muito além das aparências.
Esta foi a definição da atriz e bailarina Tetê Nahas para o novo espetáculo que dirige "O Corcunda de NotreDame". A peça será apresentada nesta segunda, dia 14, às 19h, no Teatro Tobias Barreto com entrada franca.
O musical conta com um elenco de 200 alunos "Como em todos os anos, os alunos se revezam nos personagens, coro e corpo de baile, além disso, contamos com nove músicos em cena para a execução
da trilha sonora", explicou a diretora do espetáculo que é uma super-produção da Nossa Escola.
Caio Bastos - Corcunda 
Marina Perrino - Esmeralda 

A história
Em Paris, durante a Idade Média, vive Quasímodo, um corcunda que mora enclausurado desde a infância nos porões da catedral de NotreDame. Até que, um dia, Quasímodo decide sair da escuridão em que vive e conhece Esmeralda, uma bela cigana por quem se apaixona. Mas para conseguir concretizar seu amor Quasímodo terá antes que enfrentar o poderoso
Claude Frolloe seu fiel ajudante Febo.
Gabriel Noah - Clopin

André Aragão - Juiz Frollo
A diretora
A atriz e bailarina Tetê Nahas, começou suas atividades aos cinco anos, no espetáculo As aventuras de Jujuba e Teteca, de autoria do
falecido diretor Bosco Scaffs. Depois, seguiu no grupo teatral Check-up, onde era a mascote. Na adolescência, investiu no atletismo e na dança clássica e contemporânea e afro, participando de diversos corpos de bailes. Participou ainda dos grupos Imagem e Asas de Teatro.
A música também surgiu na adolescência. Ela participou da Banda ZêIedo, que trabalhava músicas do Folclore Sergipano. Ela também foi Backing Vocal do cantor Tom Robson por alguns anos. Em 1991, entra no grupo Imbuaça onde atuou até 2008. Em 1986, começou a dar aulas de Teatro na Escola Municipal de Artes, hoje oficina de teatro Valdice
Teles.Em 1992 participou da minissérie Tereza Batista da Rede Globo e em 2008 do filme" Orquestra dos Meninos". Seu primeiro trabalho como
diretora foi o Espetáculo " Conto ou Não Conto", em Janeiro de 2001, baseado no Livro Contos de Vida e de Morte, de Carlos Cauê. Não parou mais, o infantil No Reino do Encantamento, com a Companhia de Teatro da Fundação Pedro Paes Mendonça, marca a estreia como diretora em espetáculos infantis.
Depois vieram os espetáculos, Andantes(2002), da
Companhia Usina de Teatro, Decadência(2005), da Companhia de teatro Rota, Sete noivas para sete irmãos( 2003), da Companhia de Teatro da Fundação Pedro Paes Mendonça e a Paixão de Cristo, do povoado Serra do Machado, em Ribeirópolis, durante 7 anos. Em seguida vieram os espetáculos "Saltimbancos"( 2008), "O Mágico de Oz"( 2009) "O caminho para Eldorado"(2010), "Arlequim, Servidor de dois amos(2010)."
fonte: http://www.informesergipe.com.br/pagina.php?sec=3&&rec=26447


FICHA TÉCNICA 
Título original do filme: The Hunchback of Notre Dame 
Direção do filme: Gary Trousdale e Kirk Wise 
Adaptação do texto para o teatro: Tetê Nahas
Direção Geral e Coreografia: Tetê Nahas 
Assistência de Direção: Corina Pann
Produção Executiva: Nossa Escola 
Assistência de Produção: Gleide Selma 
Concepção e Execução de Maquiagem: Estevão Andrantos
Preparação do coro: Corina Pann 
Iluminação: Sérgio Robson
Cenografia: Paulo e Sobral
Operação geral de som: Tadeu Oliveira 
Sonorização dos ensaios: Maurício Botto Eventos Musicais
Efeitos especiais: Edvan
Adereços: Ivana Maria e Aline Rodrigues 
Produção de vídeo e imagens: Propaganda No Ar 
Projeto Gráfico: Conceito - comunicação integrada
Divulgação: Pedro Carregosa

MÚSICOS 
Direção Musical: Genisson Feitosa 
Violino: Eduardo Monte Santo
Bateria: Nego Rayd 
Clarinete: Aroldo de Oliveira e Genisson Feitosa
Flauta: Genisson Feitosa
Percussão: Pequeno 
Teclados: Vinícius 
Trombone: Jamisson 
Trompete: Wendel
Tuba: Nailson Vieira 

ELENCO 
O Corcunda: Caio Oliveira Bastos 
Esmeralda: Marina Sarti Perrino 
Claude Frollo: André Aragão Souza
Padre: José Araújo Neto (Neto) 
Clopin: Gabriel Noah Rodrigues Carvalho Peixoto (Noah)
Phoebus: Lucas Beyer Valota 
Gárgulas: Liz Fontes Barreto / Maria Luiza Cintra Mariano Rebêlo / Laura da Costa Tourinho e Silva / Sarah Cordeiro Dias / Arthur Henrique Nunes Teles / Mariana Suaid Vasco Tomazi
Mãe do Corcunda: Cinthya Oliveira Nascimento 
Passarinho: Arthur Pirichowski Aguiar 
Cabra Djali: Martina Valério Nadalini
Fantoche de Clopin (Clopin Junior): Caio Cavalcante Almeida 
Voz do Corcunda: Reinan de Lima Oliveira
Voz do padre e de Frollo: Sullyvan Pirajaí Alves
Crianças: Helena Marques Monteiro / Marcelo Ferreira Soares Filho / Ana Clara Nascimento Freire / Breno Lacerda de Oliveira
Coro infanto-juvenil: Alunos do Alfa (Educação Infantil) / Alunos do 1º ao 5º ano / Alunos do 6º ao 9º ano / Alunos do Ensino Médio 
Corpo de Baile das Ciganas - Alunas do 7º

quinta-feira, 29 de setembro de 2011

1º Festival de Monólogos de Laranjeiras acontece a partir desta quarta feira, 28/09


A Prefeitura de Laranjeiras, através da Secretaria Municipal de Cultura, estará realizando a partir desta quarta feira, 28 de setembro de 2011, o 1º Festival de Monólogos de Laranjeiras.

O evento tem como objetivos: oportunizar os atores na expressão do seu potencial sensível e criativo, através da ruptura de estereótipos condicionados;educar pela arte com o intuito de aguçar a sensibilidade das pessoas, reconhecendo no teatro uma possibilidade de transformação da realidade; tornar o teatro um instrumento de incentivo à cultura, ultrapassando o nível da intuição de conceitos e democratizar o espaço cultural, eliminando diferenças sociais, sem restrições.

As apresentações acontecerão no Clube Antônio Carlos Franco.


PROGRAMAÇÃO

FOTOS DO PRIMEIRO DIA DE MONÓLOGOS 
 Dia 28/09 - Quarta feira



 17h00min espetáculo: ET (Aracaju-SE)
Igor Naedro
Igor Naedro
Igor Naedro
Igor Naedro
Igor Naedro


Igor Naedro




 17h45min espetáculo: Cárcere do Outono (Aracaju-SE)











 19h15min espetáculo: Minha Vida é Uma Piada ( Carmo do Rio Claro-MG)





 20h20min espetáculo: Olhos de Fogo ( Estância-SE)





 21h00min espetáculo: Vômito ( Aracaju-SE)     







 Dia 29/09 - Quinta feira


17h00min espetáculo: Sol Sanguíneo ( Teresina-PI)

17h45min espetáculo: Morcegos (Estância-SE)

18h45min espetáculo: Monólogo das Mãos ( Aracaju-SE)

19h25min espetáculo: Os olhos Verdes da Neurose ( Laranjeiras-SE)

20h25min espetáculo: Da dor do Coração Cortado (Laranjeiras)


Dia 30/09 - Sexta feira


17h00min espetáculo: Cicatrizes ( Brasilia-DF)

17h50min espetáculo: Afimdetec.com (Aracaju-SE)

19h00min Banda de Pífano Esquenta Muié

19h30min Coquetel

OBS: O Resultado e a  premiação acontecerão durante o coquetel.

  
PREMIAÇÃO

 Artigo 14º - Todos os participantes receberão certificados de participação.

Artigo 15º - Premiação em dinheiro  

Melhor Espetáculo – R$ 3.000,00
Melhor Ator e Atriz – R$ 1.500,00
Melhor Direção – R$ 1.000,00
Melhor cenário – R$ 500,00
Melhor figurino – R$ 500,00
Melhor maquiagem – R$ 500,00
Melhor sonoplastia – R$ 500,00
Melhor Iluminação – R$ 500,00
Melhor Texto inédito – R$ 500,00
Melhor maquiagem – R$ 500,00
Júri Popular – R$ 1.000,00

sábado, 24 de setembro de 2011

Apresentação teatral encerra programação do 'Primavera dos Museus'


Apresentação teatral encerra programação do 'Primavera dos Museus'


 (Foto: Fabiana Costa/Secult)


(Foto: Fabiana Costa/Secult)





















Por Maíra Andrade, da Ascom/Secult
A programação elaborada pela Secretaria de Estado da Cultura (Secult) para a Primavera dos Museus foi encerrada em grande estilo. Laranjeiras foi o palco de um emocionante espetáculo teatral encenado pelo Grupo Caixa Cênica, que utilizou a histórica Casa de Cultura João Ribeiro para encenar a trama.


O espetáculo apresentado foi ‘Pela Janela’, um texto de Tennessee Williams que tem como tema central a solidão. A apresentação foi uma forma de encerrar de forma lúdica a semana que levou milhares de pessoas a museus de todo 

o país, com interesse em conhecer o acervo patrimonial brasileiro.
Segundo o secretário adjunto de Estado da Cultura, Marcelo Rangel, que esteve presente no espetáculo, o encerramento da Primavera dos Museus com uma peça teatral foi uma nova forma de atrair mais visitantes e também novas atividades para as unidades museológicas da Secult. 

Secretário adjunto Marcelo Rangel (Foto: Fabiana Costa/Secult)Secretário adjunto Marcelo Rangel (Foto: Fabiana Costa/Secult)


“A Casa de Cultura João Ribeiro, por exemplo, respira cultura e temos certeza que ele estaria muito feliz em ver uma apresentação teatral neste espaço que leva seu nome. Esperamos que os jovens atores que estiveram aqui, se inspirem e busquem projetos que ocupem espaços como este”, disse.


A diretora do espetáculo, Maycira Leão, explica que a peça é uma adaptação intimista de intensa relação com o público. Para ela, apresentar uma peça no último dia da Primavera dos Museus é muito importante, pois é uma oportunidade de conhecer e criar oportunidades para o espaço. “Estamos muito felizes e honrados, pois estamos vendo os locais de apresentações se diversificando. O espetáculo encaixou perfeitamente no espaço e agora esperamos trazê-lo outras vezes para este museu ou até para outros do Estado.  
Sayonara Viana, coordenadora de Museus da Secult (Foto: Fabiana Costa/Secult)


A Primavera dos Museus é uma realização do Ministério da Cultura (MinC), através do Instituto Brasileiro de Museus (Ibram). O projeto foi abraçado pela Secult, que desenvolveu atividades em todas as suas unidades museais.


Público aprovou
O público presente aprovou o espetáculo e, principalmente, por ter sido apresentado na Casa de Cultura João Ribeiro.
O ator Estevão Andrantos (Foto: Fabiana Costa/Secult)

“Laranjeiras respira cultura e é um verdadeiro museu a céu aberto. Trazer este espetáculo para espaços mais intimistas como este nos mostra novas possibilidades e novas formas também de utilizar os antigos espaços culturais de Sergipe. Acho a iniciativa louvável e espero que outras edições ocorram”, destacou o estudante de teatro, Estevão Andrantos.

Atividade é um estímulo à nova forma de ocupação dos espaços culturais, opina o ator Dênis Leão (Foto: Fabiana Costa/Secult
Já o ator Denis Leão, acredita que levar o grupo Caixa Cênica foi o primeiro passo para uma nova forma de ocupação dos espaços culturais. “Gostei muito do espetáculo e a proposta de utilizar a Casa de Cultura João Ribeiro como palco desta apresentação é o pontapé inicial para que outros espaços possam ser utilizados”, opinou.

Projeto em Sergipe
Essa foi a quinta edição do ‘Primavera dos Museus’. A vasta programação nacional englobou oficinas, teatro, exposições, debates, mesas-redondas, visitas guiadas e exibições de filmes, por exemplo.

Sempre realizada no início da primavera, o evento busca sensibilizar os museus e a comunidade para a discussão sobre assuntos atuais. Nos quatro dias de evento, mais de 600 pessoas passaram pelas unidades museais administradas pela Secult, comprovando a importância de um evento deste porte para o enriquecimento da área do Estado.

Para a coordenadora de museus da Secult, Sayonara Viana, a Primavera dos Museus em Sergipe teve um saldo muito positivo. “O que nós buscamos foi atrair o público com uma programação diversificada. Levamos debates, exposições e apresentações teatrais para nossos museus, mudando também o conceito deste tipo de espaço, que é conhecido como um local de visitação. 
A partir de agora, a comunidade pode vê-lo como um espaço cultural ainda mais amplo”, explicou.

sexta-feira, 23 de setembro de 2011

"Pela Janela" do Grupo Caixa Cênica, apresentação no Museu Casa de João Ribeiro em Laranjeiras.23.09.2010


"Pela Janela"



Num pequeno quarto, onde a trama é ambientada, o público assistiu atento às performances de Diane Veloso e Tiago Marques, protagonistas dessa peça que é baseada no texto “Fala Comigo Doce Como a Chuva” de Tennessee Williams e faz parte de um projeto do grupo teatral sobre a solidão.

“Era um texto que eu simpatizava e quando vi a possibilidade de montá-lo, o fiz. A princípio, íamos montar um outro espetáculo com o grupo todo, mas foram surgindo alguns imprevistos no meio do caminho e terminou que escolhi esse texto do dramaturgo americano para interpretar juntamente com o Tiago Marques”, explica Diane Veloso.

Em sua narrativa, a peça adaptada livremente pelo Caixa Cênica apresenta a intimidade de um casal, desgastada pela falta de compreensão de ambas as partes. ‘Ela’ e ‘Ele’, personagens sem nomes próprios, mas únicos e centrais do drama, quase não trocam frases entre si, apesar de compartilharem a clausura de uma vida a dois que não conseguem abandonar. Cada qual, sugerindo um diálogo pautado por claves de diferentes tons, apresenta de forma semi-solitária os anseios corrosivos de sua vida fantasiada, manchada por ranhuras amargas e aeradas por sopros desesperados de mudança. Entre as palavras vociferadas, o silêncio é interrompido apenas pelo angustiante barulho da chuva...  


Curto (cerca de 25 minutos) e seco, o espetáculo “Pela Janela” que conta com co-direção de Maicyra Leão, é sustentado pela garra de Diane Veloso. A atriz demonstra segurança no texto, ainda que vez por outra, carregue um pouco na impostação da voz.
O ator Tiago Marques, talvez pelo nervosismo da estreia, demonstrava hesitação em certos momentos e exagerava no tom. Por conta da disposição das cadeiras no quarto, o ator, por vezes, ficava “invisível” para a plateia quando se colocava no chão, falha que deve ser suprimida pela produção, para não comprometer o entendimento da trama.

O cenário idealizado pelo Grupo até que resume bem a atmosfera angustiante da locação descrita no texto do dramaturgo e o espetáculo é amparado pela trilha assinada por Alex Sant’Anna, Alisson Couto e Leo Airplane, enquanto que o figurino ficou a cargo de Erick Marinho.
Texto retirado do Blog Bangalô Cult, Suyane Correia.


Estevão Andrantos, Audevan Caiçara, Jhonatas, Ana São Jose.


Diane Veloso, Estevão Andrantos, Tiago Marques
fotos Audevan Caiçara e Estevão.

fotos Audevan Caiçara e Estevão.