quinta-feira, 18 de novembro de 2010

Lucio Salvatore arte saida literalmente da veia.

LUCIO SALVATORE





Além dos 17 retratos de pessoas que doaram o próprio sangue para seus retratos, a exposição conta com um vídeo e mais 12 retratos de pessoas comoVinicius de MoraesOscar Niemeyer e Marina Abramovic, para quem Lucio Salvatore acredita dever tributos e agradecimentos por inspiração e ensinamento.
A escolha do Rio de Janeiro como local de estréia da exposição se deu por motivos afetivos: a cidade maravilhosa cativou o artista por mais de 10 anos, e os reconhecidos contrastes do Rio geraram no artista a inspiração que o levou a desenvolver esta série exposta de trabalhos que dão visibilidade ao choque/contrante/tensão entre imanência e transcendência.
O uso do sangue como material pictórico nasce de uma urgência própria de ser parte de um processo de retorno às eternas questões ontológicas ou questões do Ser. São discutidas, entre outras, a diferença entre identidade própria e Identidade e entre o ser próprio e o Ser. Salvatore diz:
- O sangue guarda todos os códigos do DNA dos sujeitos retratados e conta sua história milenar de descendências, seleções e coevoluções, a duração da vida e o seu tempo. Mas a essência desta narrativa é ao mesmo tempo o enigma: O sangue é a síntese do infinitamente pessoal e do universal. É o elemento mais íntimo, diferente em cada um e, no final, o mesmo para todos. Somos uma coisa só, embora sejamos todos diferentes.
Realizar obras com o sangue da pessoa retratada é o elemento decisivo do trabalho de Lucio e é uma escolha que não é ligada a nenhuma manifestação da história da arte, técnica ou moda, mas tem a ver com a essência das pessoas. Contrariamente aos seus predecessores, que usaram o corpo e o sangue como fator de espetacularização e símbolo de sofrimento ou até morte, em Salvatore, o corpo e o sangue são símbolos de VIDA. A curadora da exposição, Daniela Palazzoli, que já foi responsável, entre outras coisas, pela importante Trienal de Milão, diz que essa exposição fundou o conceito de artista como antivampiro.
Mesmo que, com esta série, Lucio se coloque na linha histórica de trabalhos de arte com sangue (junto a artistas como Gina Pane, Piero Manzoni, Herman Nitch, Marc Quinn, etc), o artista afirma que duas de suas maiores influências não têm trabalhos sanguíneos, diretamente. Elas são artistas mulheres e altamente ousadas: a sérvia Marina Abramovic (com seu experimentalismo do corpo, do desafio de seus limites e das questões da individualidade) e a brasileira Lygia Clark (com suas pesquisas da aproximação estética fenomenológica pós-metafísica das relações humanas).

Lucio passou o último ano procurando por pessoas de todo o mundo que fossem, ao mesmo tempo, especialmente raras e completamente diferentes entre si. Dessa maneira, entre os doadores retratados por Lucio estão:
Fernanda e Constança Basto: para o artista, são símbolos de elegância, da nova mulher, delicadeza, paixão e estão presentes em retratos individuais e juntas.
Pier Paolo Piccioli: Um dos dois poderosos designers da grife Valentino, encarna a alma do rock, unindo sensibilidade, inspiração e força, pessoal e profissionalmente.
Pietro Vittorelli: um dos homens mais poderosos do Catolicismo, é o mais jovem e ousado abade principal da tradicional Ordem de São Bento, amigo do Papa, freqüentador da cena das festas na Itália e apreciador de música pop mundial.
Antonio Lanni: simboliza, para Lucio a ética popular; é um pobre trabalhador braçal, com jornada diária de 18 horas.
Lucia Mariani: mãe do artista, é retratada com uma mistura do sangue do próprio artista e seu irmão.
Lucio Salvatore: o artista produziu um auto-retrato em que figura o perfil de seu próprio pênis ereto.
A mostra, que fica aberta até o dia 31 de outubro no Centro Cultural dos Correios, é também uma homenagem ou um agradecimento do artista a cidade que o recebeu e o inspirou. Por isso, entre os retratados estão grandes personalidades que para Lucio Salvatore são a cara do Rio:
Vinicius de Moraes: o “poetinha” inspirou a leveza e a flexibilidade para o artista que foi formado nas escolas mais rígidas da filosofia européia.
Oscar Niemeyer: as reconhecidamente inovadoras curvas e traços do grande arquiteto brasileiro foram inspiração de muitas das séries anteriores de Lucio.
-Lise Grendene: A modelo é, para Salvatore, “uma mulher que luta contra os preconceitos a procura dos próprios caminhos”.



segunda-feira, 8 de novembro de 2010

Laranjeiras recebe a cidade de Estância com o projeto caravana cidade da cultura e a peça teatral MIRANDOLINA a DAMA do JARDIM

Projeta Caravana Cidade da Cultura
          O espetáculo é uma adaptação do texto do dramaturgo italiano Carlo Goldoni. Uma comédia clássica em que se conta a história de Mirandolina, estonteante dona de uma pensão onde estão hospedados três nobres: o milionário Conde de Albafiorita e o pobre Marquês de Forlipópoli (que competem pelo amor de Mirandolina), além do sempre averso às mulheres Cavaleiro de Ripafratta (no qual Mirandolina está bastante interessada). À pensão, aparecem as atrizes Hortência e Dejanira (vestidas como nobres) e Mirandolina logo as convence a seduzirem o Conde e o Marquês, na intenção de ter o caminho livre para poder "regenerar" o coração do Cavaleiro. A  INCENA - Companhia Estanciana de Artes - está agora engajada num novo projeto chamado Caravana Cidade da Cultura patrocinada pela Prefeitura Municipal de Estância conjuntamente com a Secretari 10 (dez) cidades sergipanas com a peça teatral"Mirandolina, a dama do jardim".o Caravana Cidade da Cultura.







 
Geovanna, Estevão, Lidiane, Paulo.
Estêvão e John
Estevão e ybson Luiz
Estêvão e Geovanna
Estêvão e Paulo Ricardo


Jamyle Pereira
Wenderson Santos

Cia Estenciana de Artes 

Vídeo Barco de fogo e a guerra de espadas da cidade de Estância em Laranjeiras

sábado, 6 de novembro de 2010

1° Turma do Curso de Licenciatura em Teatro da UFS visita o IPAESE - Instituto Pedagógico de Apoio a Educação dos Surdos de Sergipe.

1° Turma do Curso de Licenciatura em Teatro da UFS visita o IPAESE - Instituto Pedagógico de Apoio a Educação dos Surdos de Sergipe.
Essa visita e uma das muitas que teremos decorrente da obrigatoriedade da disciplina de Libras nos cursos de licenciatura, Libras é a segunda Língua oficial do Brasil. 
a primeira professora a lecionar Libras no curso de Teatro e Dança na UFS -Universidade Federal de Sergipe é  Jucelia Brasil.

Instituto Pedagógico de Apoio a Educação dos Surdos de Sergipe.


O IPAESE, entidade de caráter filantrópico vem desenvolvendo o seu papel educacional na modalidade Educação Infantil, Ensino Fundamental do 1º ao 9º ano e Curso Técnico em Informática Integrado ao Ensino Médio. Estamos junto à comunidade surda de Sergipe há  quase 10 anos.
Nosso Projeto Político Pedagógico consta de:Apresentação dos Programas por série e ano, Planejamento e Conteúdos anuais, Regimento Escolar e Calendário Anual. Funcionamos nos três turnos.

Estevão Andrantos, Geovanna Oliveira, Roberto Marques e o professor Davi Bomfim - que ministra a disciplina de Geografia no instituto. 

Instituto Pedagógico de Apoio a Educação dos Surdos de Sergipe.
DIRETORIA/2010
 Presidente:
José da Rocha Pinto Filho 
Vice Presidente:
IN memória - Geraldo Ferreira Sobrinho
Diretora Pedagógica:
Maria Vanda Brandão Macedo
Coordenação Pedagógica:
Tania  Maria Barbosa de Carvalho Luz ( Matutino e Vespertino)
Camila Carla  Costa ( Noturno)

Estevão Andrantos, Geovanna Oliveira, Roberto Marques e o professora Cleze Garlene - que ministra a disciplina de Ciências no instituto.

LOCALIZAÇÃO do INSTITUTO   
TRAVESSA: JOSÉ RODRIGUES, 64 BAIRRO – SÃO JOSÉ
Ficamos entre a rua Campo do Brito e a Rua Stanley
NOSSO TELEFONE:     3211:0938
Alunos matriculados para o Ano Letivo de 2010:    100 alunos

Estevão Andrantos, Lidiane Nobre, professor Jorge Fortes - que ministra a disciplina de Libras, professora Cleze Garlene - que ministra a disciplina de Ciências, professor Davi Bomfim - que ministra a disciplina de Geografia no instituto, Luisa Secundo,  Geovanna Oliveira.

Objetivo
Propiciar a inclusão social do aluno surdo, cidadão com direitos e deveres, através do ensino bilíngue, promovendo a auto-estima do educando, a valorização e divulgação da cultura surda do nosso Estado.  
Modalidade de Ensino:
Educação Especial  
Bilingue. Tendo como primeira língua para o  surdo a LIBRAS

Estevão Andrantos, professor Jorge Fortes - que ministra a disciplina de Libras, professora Cleze Garlene - que ministra a disciplina de Ciências, professor Davi Bomfim - que ministra a disciplina de Geografia no instituto, Luisa Secundo, Geovanna Oliveira, Patrícia Brunet

}
Nosso lema é manter o nosso caráter de seriedade, luta e determinação na conquista de novos horizontes com um ensino de qualidade para a comunidade surda do nosso Estado.  
}
Continuaremos:  
}
Vencendo Barreiras; 
}
Quebrando silêncio; 
}
Construindo cidadania

Durante a nossa visita fomos acompanhado pela Coordenadora Pedagógica Tania Maria Barbosa de Carvalho de Luz.

Todo Surdo precisa ser respeitado em sua família, na sociedade e em todos os lugares


Da esquerda para a direita, Luisa Secundo,Tetê Nahas, Flavia Santana, Lidiane Nobre, Gisele Azevedo, Roberto Marques, Professora do Cleze Garlene do instituto, Estevão Andrantos, Coordenadora Pedagógica Tania Maria Barbosa de Carvalho de Luz, o gatissimo professor de matemática Irami Bila do instituto, Patricia Brunet, Sandy Soares, Geovanna Oliveita, Rogerio, Gustavo Floriano, Eduardo Vieira, professor Davi Bomfim do instituto e uma aluno do instituto.

Dia 26 de setembro-  Dia Nacional do Surdo  
“Escuto e esqueço; vejo e recordo; faço e entendo”.  
Somente uma prévia do que é feito  no IPAESE.

segunda-feira, 18 de outubro de 2010

Grupo São Sebas se lança oficialmente no Municipal, 18/09/2004 10:05

Por Tais Sarubi
Grupo São Sebas se lança oficialmente no Municipal de São Sebastião
O Grupo Experimental São Sebas apresentou-se na noite de ontem ao publico pela primeira vez.
 
Cenas da apresentação no lançamento oficial do grupo  
Antes da apresentação, a bailarina e coordenadora do grupo, Iris Bertoni, falou sobre o trabalho diário desenvolvido nos últimos 127 dias com os 13 integrantes do grupo e agradeceu as empresas Transpetro e Autoviass pelo apoio e também a ajuda pessoal de Geraldo Julião
Integrante Efetivo do Grupo Experimenta Cênico e Audiovisual São Sebas    

Em alguns momentos o grupo interage com a plateia
 Foram apresentados exercícios cênicos e audiovisuais, mostrando o desempenho do grupo, dentro da proposta de dança e cinema. O professor de cinema da FAAP, Maximo Barro, também estava presente e cumprimentou cada um dos integrantes, que recebeu um certificado de membro oficial do grupo, ao final da apresentação.
Ponto alto do espetaculo com a peça "Ginga"  
 Do dia 20 ao dia 24, o Grupo Experimental São Sebas estará se apresentando para as escolas e no dia 26 o espetáculo será aberto ao publico.

http://www.imprensalivre.com/busca/top_busca.php?edit=5&id=739

O grupo mistura a dança, representação cênica e audiovisual no espetáculo
O grupo formado em sua maioria por alunos da rede municipal e ter notas dentro da média é um dos pré-requisitos para fazer parte das aulas. Eles também se submeteram a provas de conhecimentos gerais, aptidão física e conhecimentos básicos de fotografia e cinema, além de exame médico.
A apresentação foi aberta com a palavra de Geraldo Julião, que declarou ser o trabalho do grupo, um trabalho de qualidade de primeiro mundo.

1° Cindança Festival procura por patrocínio
São Sebastião  - Depois da bem-sucedida realização do `1° São Sebas para São Sebastião´, o grupo experimental cênico e audiovisual São Sebastião está à espera de um patrocinador, para realização do 1° Cindança Festival, com previsão de execução no primeiro semestre de 2005.
O Cindança Festival pretender ser uma macro-estrutura do São Sebas, com trabalhos apresentados integrados nas áreas cinematográfica e artística.
A diretora geral do grupo experimental, Íris Bertoni, explica que a previsão de duração do evento é de pelo menos 14 dias, com apresentação de atividades paralelas, palestras técnicas e oficinas de criação para os interessados, além de mostras de fotografia e trabalhos culturais de artistas convidados.
As atividades paralelas serão desenvolvidas para as escolas, com apresentação de tópicos interessantes sobre a história do teatro e do cinema, de maneira interativa, como através de espetáculos e animações de cinema.
Algumas delas devem ser distribuídas pelos bairros da cidade, para maior abrangência dos alunos participantes do Cindança.
Os espetáculos que exigirem estrutura maior serão realizados no Teatro Municipal e as palestras técnicas, ministradas por profissionais da área, além da abordagem de temas como direção de cinema, trilha sonora e arte comparativa.
Já as oficinas de criação terão o próprio grupo experimental São Sebas e os convidados da mostra como alvos. A intenção é fazer com que os alunos do grupo desenvolvam seu aprendizado com profissionais experientes em espetáculos teatrais.
Ainda através das oficinas, haverá ensaios para o encerramento do festival.
"Pretendemos fazer um grande espetáculo de abertura e de encerramento do festival" declara a diretora. Íris afirma que as atividades do Cindança estarão distribuídas pelas escolas dos bairros participantes do evento, uma forma de atingir os alunos que moram em regiões afastadas do centro, como Juquehy, Maresias, Boracéia e Boiçucanga, na Costa Sul.
Existe a idéia de fazer um espetáculo na rua, mas a diretora explica que isso requer uma estrutura maior, como palco e outros acessórios. "Durante o Cindança, pretendemos fazer um espetáculo de rua, muito pedido pela população, mas também esperamos contar com uma importante ajuda financeira". Quanto ao 1º São Sebas, Íris avalia ter sido importante para que os alunos tivessem uma perspectiva do que pode vir a ser o Cindança.
"Faltou mais colaboração da parte dos professores e dos diretores das escolas participantes do evento para que tivesse sido tudo perfeito, mas foi interessante para o nosso grupo, uma apresentação diferenciada".
Presença incentivadora - A presença dos dançarinos Fábio Pinheiro e Fernanda Sáfadi, ex-alunos da diretora Íris Bertoni e atualmente com carreira internacional, foi especial para o grupo experimental.
"Nossos estudantes estavam esperando ansiosamente a chegada dos meus ex-alunos, a minha segunda geração de dançarinos formados. Eu me impressionei com o comportamento do grupo perante eles, pois estavam irreconhecíveis, assistiram a tudo a que tinham direito".
A diretora destaca a importância da disciplina no meio teatral e no cinema, para ela, chave de qualquer sucesso.
Íris ressalta a disciplina apresentada pelos dançarinos e ex-alunos Pinheiro e Fernanda.
"Por possuírem passagens em renomadas escolas de dança, já estão habituados à disciplina".
Sobre a sua expectativa para um futuro próximo em relação ao grupo experimental, atualmente com 12 alunos entre 13 e 21 anos, a diretora afirma que espera fazer deles um núcleo de produção e assim, profissionalizá-los. (Fonte: Correio do Litoral)

segunda-feira, 11 de outubro de 2010

Lambe Sujo e Caboclinho 2010 Laranjeiras - SE, Alunos do Curso de Teatro e Dança da UFS participaram da festa.

Difícil é alguém sair limpo dessa festa, mas a alegria é garantida!

Os residentes do Curso de Teatro, Dança e Arqueologia da UFS participam da festa, Lucas, Jhonatas e Alfredo Brabac.
No fundo esta Leticia, a sogra de Joise a propria Joise, Elis e o namorado de Joise.
na frente as piriguetes Lucas, Jhonatas e Brabec.
Alunos da UFS Eden Brisio, Luana Morkay, Silvia Janaina

Logo após a alvorada teve inicio a preparação para a encenação a maquiagem corporal e intenção.

Michelle estava doidinha.

Prontos para a encenação.

Estevão, Leticia e Alfredo Brabec.



Maicyra  Leão Coordenadora do curso de Teatro da UFS e o Aluno Estevão Andrantos estavam presentes no maior espetáculo de Teatro a céu aberto do planeta Terra.

Estevão Andrantos, Maicyra Leão, Talita Calisto e Ewerton.

sábado, 18 de setembro de 2010

Obra que estará na Bienal causa polêmica por "matar" FHC e Lula

A "Série Inimigos", de Gil Vicente, está causando polêmica antes mesmo de ser exposta na Bienal de São Paulo, que será inaugurada na próxima terça-feira. Nela, o artista retrata a si mesmo matando personagens famosos como Fernando Henrique Cardoso e Lula.
Nesta sexta-feira, a OAB-SP (Ordem dos Advogados de São Paulo) divulgou uma nota em que se coloca contra a exposição da série, "por fazer apologia ao crime".

                                                                          Marcelo Justo/Folhapress

"Uma obra de arte, embora livremente e sem limites expresse a criatividade do seu autor, deve ter determinados limites para sua exposição pública. Um deles é não fazer apologia ao crime como estabelece a vedação inscrita no Código Penal Brasileiro.
A série de quadros denominada "Inimigos", do artista plástico Gil Vicente, é composta por obras as quais retratam, dentre outras, o autor atirando contra a cabeça do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, noutra mostra o mesmo autor, de posse de uma faca, degolando o presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
Essas obras, mais do que revelar o desprezo do autor pelas figuras humanas que retrata como suas vítimas, demonstra um desrespeito pelas instituições que tais pessoas representam, como também o desprezo pelo poder instituído, incitando ao crime e à violência.
Certamente não se pode impedir que uma obra seja criada, mas se deve impedir que seja exposta à sociedade em espaço público se tal obra afronta a paz social, o estado de direito e a democracia, principalmente quando pela obra, em tese, se faz apologia de crime.
Por esse motivo é que a OAB/SP está oficiando os curadores da Bienal de São Paulo, para que essas obras de Gil Vicente, da série "Inimigos" não sejam expostas naquela importante mostra."

fonte da materia
http://www1.folha.uol.com.br/ilustrada/800441-obra-que-estara-na-bienal-causa-polemica-por-matar-fhc-e-lula.shtml

terça-feira, 24 de agosto de 2010

Colocando ordem no palco, Técnica, Postado por Guilherme Gomes, Seg, 30 de Novembro de 2009, 15:39 no Jornal do Teatro



O stage manager, ou diretor de cena, é considerado o principal responsável pela sincronia do espetáculo em todas as suas áreas
Por Pablo Ribera

Um espetáculo teatral precisa ser perfeito aos olhos do público. Não basta ter bons atores e atrizes, um grande diretor e uma história fascinante. Deve ser bem organizado, as luzes precisam estar bem direcionadas, o som tem que ser de qualidade e, no palco, é necessária uma sincronia, seja na atuação, no entra-e-sai de atores ou nos objetos que serão utilizados. E para que tudo seja realizado da forma certa, entra em cena o stage manager, profissional também chamado de diretor de palco ou diretor de cena. Tais definições, porém, não são as mais adequadas.




“Na verdade, a denominação não é bem diretor, e sim stage manager”, explica Leslie Pierce, stage manager mexicana radicada no Brasil e com grande experiência na profissão. “Este profissional é importante para coordenar todos os componentes da peça, sejam os atores e atrizes ou os diretores técnicos e artísticos”

Segundo Leslie, o stage manager deve saber de tudo um pouco. “A pessoa deve conhecer a parte técnica, deve saber da peça, da história que ela conta e saber lidar com os possíveis problemas que podem acontecer. Ele deve participar de tudo, desde o primeiro ensaio, e saber o que cada profissional faz, seja técnico de luz, técnico de áudio ou camareira”, explica ela, que vai além: “Tem que conhecer até mesmo os adereços que o ator usa para saber do que vai precisar”.
Tuto Gonçalves, stage manager há seis anos, acredita que o profissional é um elemento importante para os espetáculos. “Ele organiza o palco, verifica a quantidade de pessoas que participam e quem deve entrar ou sair, entre outras funções. É um membro essencial”.
O stage manager deve ser um profissional que saiba lidar com a organização de uma peça. Ele é necessário para que a sincronia do espetáculo não seja comprometida, tanto no palco quanto atrás dele, nos bastidores. “Deve deixar tudo no lugar certo e com a pessoa certa. É praticamente um relações públicas da peça, já que faz toda a parte de comunicação entre os profissionais”, diz Leslie.
O stage manager, como disse Leslie, deve entender um pouco de tudo. E ela cita exemplos: “Se a peruca que um ator precisa usar para a peça não encaixar em sua cabeça, o stage manager é chamado para arranjar uma solução. Também pode acontecer que a parte artística e a parte técnica do espetáculo não se entendam, não falem a mesma língua. O stage manager surge, então, como articulador. Ou seja, ele acaba por ser o cérebro da companhia, tem que ter todas as informações, saber lidar com as emoções e com todo o tipo de coisa”.
Para Tuto, até mesmo sobre montagem de palco o stage manager deve entender. “Pelo menos um pouco ele deve saber. Ele tem um papel importante, já que sabe de tudo com relação a estrutura, cenário, luzes, etc.”
Durante a peça, este profissional também é importante para o andamento do espetáculo. Segundo Leslie, ele muitas vezes é essencial e até mesmo o herói da apresentação. “O stage manager resolve qualquer tipo de situação que acontece no palco, no camarim e até mesmo na cabine de luz. Sabe quando cada ator deve entrar ou sair. Sabe onde está sua equipe. Se acontece, por exemplo, de alguma coisa deixar de funcionar, o stage manager soluciona esse problema. Ele deve ser rápido, para que ninguém se dê conta que houve um erro”, explica Leslie. “Ele é necessário para que tudo funcione bem, com 100% de qualidade. É muito importante para quando se precisa esconder um erro. Para que tudo seja lindo e flua”.

Arte dos mínimos detalhes


Um dos destaques do circuito teatral do ano, a peça “Rainha(s) – Duas Atrizes Em Busca de Um Coração”, da Companhia Livre de Teatro, foi muito bem recebida em todas as cidades por onde passou. Além das interpretações de Georgette Fadel e Isabel Teixeira, e da direção de Cibele Forjaz, o espetáculo contou com uma ótima direção de palco. Por trás desse trabalho está Elisete Jeremias, que opera há mais de dez anos na área. A seguir, a diretora de palco revela ao Jornal de Teatro alguns detalhes do seu trabalho:


Jornal de Teatro - Em que parte da construção da peça “Rainha(s)” que começou o seu trabalho de direção de palco? Você esteve presente logo no começo, nas primeiras leituras, ou entrou depois?

Elisete Jeremias – Eu estive presente desde o primeiro dia dos ensaios. Eu li o texto junto com as atrizes e presenciei as improvisações das cenas. A construção das personagens foi feita pelas próprias intérpretes, orientadas pela direção, mas eu ajudei nas soluções de cena e na busca por efeitos no palco, como o sangue cênico que escorre nas apresentações, por exemplo.

JT - Como começou o seu trabalho com a direção de palco?

EJ – Eu comecei nessa área com a peça “Cacilda I”, no Teatro Oficina. Isso foi no ano de 1998, mas dois anos antes eu já trabalhava como atriz naquele grupo. A partir de 2004, passei a trabalhar com Cibele Forjaz, na montagem de “Um Bonde Chamado Desejo” e, desde então, tenho trabalhado com a Companhia Livre de Teatro.
JT - Construir essa proposta de direção de palco em arena é mais difícil do que em palco italiano?
EJ – Eu estou acostumada a trabalhar em palco de arena, porque já comecei fazendo essa direção no Teatro Oficina, onde não há coxias, por exemplo. Os dois tipos de palco têm dinâmicas muito diferentes. Na arena, os atores precisam superar a timidez de estarem expostos a todo o momento e devem estar atentos a tudo: à iluminação, à música...
JT - Existem bons profissionais para trabalhar nessa área no Brasil? Qual a formação deles?
EJ – Existem ótimos diretores de palco no Brasil. Conheci bons profissionais dessa área em companhias como o Teatro da Vertigem e a Companhia de Atores. Cada um deles tem uma formação diferente e acaba aprendendo a técnica da direção de palco no dia-a-dia. No fundo, o teatro é uma atividade coletiva e todos os envolvidos na produção acabam tendo que ser um pouco de tudo, inclusive diretores de palco: não temos mais a figura do contra-regra que fica atrás das coxias, esperando o momento de agir.

fonte da matéria
http://www.jornaldeteatro.com.br/materias/tecnica/748-colocando-ordem-no-palco.html

Autores da globo acham que está na hora do beijo gay

O beijo gay da campanha do PSOL ao governo do Estado de São Paulo acabou fazendo muito mais do que achava que iria fazer pelos gays, acabou provocando uma discurção entre os autores da globo sobre o beijo gay nas novelas globais.
Segundo eles a população já está pronta para o beijo gay.
"A sociedade já está mais do que preparada para ver um beijo gay feito com elegância, bom gosto e emoção", disse Silvio de Abreu, autor da novela "Passione".
Ricardo Linhares, que escreve a próxima novela das 21h em parceria com Gilberto Braga, disseram ao jornal Folha de São Paulo e disse que a sociedade está pronta, mas será que a classificação está. "Será que a classificação indicativa premitiria a veiculação?"., disse.
Porque um beijo gay seria mais "promíscuo" do que um hétero?
fotos: reprodução

domingo, 18 de julho de 2010

Reclamação dos alunos de Teatro da UFS no primeiro ano do Campus de Laranjeiras.2007.

Meu Querido Anjo Leirbag



Anjo, Segundo o nosso amigo Aurélio Anjo significa: ser espiritual que serve de mensagem entre Deus e os homens. Pessoa bondosa.

Sempre invoquei a Deus que colocasse seus anjos ao meu redor para minha proteção, procurei manter contato com um anjo quando cheguei em laranjeiras, mas tive muito receio em aproximar, quis o destino colocar visinhos perto de mim, diga-se de passagem tem sido ótimos visinhos, para minha surpresa o anjo é amigo dos meus visinhos, meu coração bateu mais forte quando o vi ali tão perto ...... meu corpo teve uma paralisação, meu contato com o anjo tem sido de terceiro grau, há momentos quando essa ação de contato se efetua tenho a nítida sensação de estar nas nuvens. Imagina quem foi que disse que anjos não se materializam? Estou vivenciando isso, é algo muito louco, tenho vontade de tocar más não posso, é um ser que tem confortado muito mas que não posso ter contato nesse plano, nesse universo. Teve um dia que chorei bastante por não estar perto de minha família e amigos, mas a voz do anjo estava presente me amparando e confortando, esses contatos acontecem em alguns dias da semana, possui horas, e possui um certo ritual para conseguir essa conexão, afirmo, anjos existem e quero manter contato ate o dia em que eu morrer.

!  _ _ _ _ _ _ _   ê c o v     o m A

Estevão Andrantos 

Dedico aos meus amigos:
Maclesia, Binho, Marly, Clemilda, Marcleane, Michelly, Maria, Mauricelia, Lourenço, Jheison, Brabec, Yury.